Segunda-feira, 18/05/2020: 10:59
DATA DE ENTREGA: 22/MAIO/2020
CENTRO
ESTADUAL DE EDUCAÇÃO BÁSICA DE JOVENS E ADULTOS – CEEBJA
AV.
DE HISTÓRIA – 6⁰ ANO - CURSO COLETIVO – Data:__/__/__
Professora
Lucinéia ENSINO FUND. II Vlr: 3,0 pts NOTA:__________
Aluno
(a):__________________________________________________________________
1) Circule as
alternativas corretas: (0,25)
A
escrita mesopotâmica era gravada em plaquetas de argila com objetos
pontiagudos. Baseado nesta informação, como se chamava a escrita da Mesopotâmia?
a) grega b) hieroglífica c) demótica d) cuneiforme
2) Sobre a religião
sumeriana, assinale a alternativa correta:
(0,25)
a) a religião era
monoteísta.
b) a religião era
politeísta.
a) seus deuses não
tinham forma.
d) a religião era
cristã.
3)
Sobre
as cidades-estados sumerianas: (0,25)
a) Faziam parte do
mesmo reino.
b) Cada cidade-estado
tinha suas próprias leis e governantes.
c) se diferenciavam pela
língua falada e cultura.
d) as atividades
econômicas eram diferentes em cada cidade, pois o clima se diferenciava em cada
lugar.
4) Sobre o papel do rio Nilo na estruturação da
sociedade no Egito Antigo, é correto afirmar que: (0,25)
a)
( ) sua maior importância era servir de meio de
transporte para as tropas que garantiam a supremacia militar dos egípcios em
toda a África.
b)
( ) permitia a atividade econômica e, com suas cheias
regulares, garantia a estabilidade política e o domínio dos faraós.
c)
( )
suas
cheias significavam um momento de instabilidade política e econômica, uma vez
que destruíam as colheitas e provocavam fome generalizada.
d)
( ) a capacidade e o volume de água não eram
aproveitados pelos egípcios, que se limitavam nas vazantes a esperar a próxima
cheia.
5) Sobre a religião no
Egito Antigo é correto afirmar que: (0,25)
a) (
) Os egípcios
acreditavam na vida após a morte e, por isso, desenvolveram a técnica da
mumificação.
b) ( ) Os egípcios não
acreditavam na vida após a morte e seguiam uma religião monoteísta (crença na
existência de apenas um deus).
c) ( ) Os egípcios não
acreditavam que o Faraó fosse um deus.
d) ( ) Na religião egípcia
muitos animais eram considerados sagrados, como, por exemplo, vaca,
rinoceronte, macaco, etc.
6)
Forme
frases historicamente corretas, utilizando as palavras abaixo: (0,25)
a)
Politeísta
/ Faraó / deus
b)
Escrita
/ impostos / Escribas
7) Cite as duas
principais cidades-Estados da Grécia Antiga.
(0,25)
8) Explique o que significava para os atenienses “ser um bom cidadão”.
(0,25)
9)
Durante o período da Monarquia, o primeiro da história de Roma, a
divisão social se dava entre três camadas da população. Sobre este período,
responda:
(0,25)
Quais eram as três camadas
sociais?
10) O que foi a política
do pão-e-circo durante o Império Romano?
(0,25)
a) Política promovida
pelo imperador romano para arrecadar mais impostos, através da cobrança de
taxas em atividades de lazer e sobre o comércio de pão.
b) Política dos reis
romanos para aumentar o comércio de pão e outros alimentos que utilizavam o
trigo como matéria prima.
c) Distribuição de
alimentos (principalmente pão) e diversão (principalmente luta de gladiadores)
como forma do imperador agradar os mais pobres, diminuindo as tensões sociais e
evitando revoltas e conflitos em Roma.
11) Escreva em ordem
cronológica os três grandes períodos da história romana: (0,25)
12) Qual das alternativas
abaixo apresenta aspectos do legado romano para as civilizações posteriores? (0,25)
a) O direito romano,
presente até os dias de hoje na cultura do Ocidente, assim como o latim, que
deu origem a língua portuguesa, francesa, italiana e espanhola.
b) A religião politeísta
romana que até hoje é predominante no mundo ocidental.
c) As técnicas de
construção de pirâmides e a Medicina, através do processo de mumificação de corpos.
D - A língua inglesa, a democracia e a educação voltada para as artes e
cultura.
BOM TRABALHO!
Quarta-feira, 13/05/2020: 17:08
ASPECTOS SOBRE ROMA REINO
ASPECTOS SOBRE ROMA REPÚBLICA
ASPECTOS SOBRE ROMA IMPÉRIO
Assistam aos vídeos referentes ao tema
ROMA ANTIGA #01 |
Introdução
(Pode assistir pelo youtube na sequência até o episódio 10)
Após
a leitura e compreensão dos textos, e
assistir aos vídeos, façam as atividades.
1)
Observe
a imagem. Ela se refere às origens de Roma. Explique seu significado.
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
2)
Durante o período da Monarquia, o primeiro da história de Roma, a
divisão social se dava entre três camadas da população. Sobre este período,
responda:
a.
Quais eram as três camadas sociais?
b.
Quem eram os clientes?
3)
Roma foi influenciada em sua formação por uma variedade de povos
que habitavam a Península Itálica. Dentre as alternativas que seguem, quais dos
povos listados abaixo NÃO
influenciaram a formação de Roma?
a)
Etruscos.
b)
Gregos.
c)
Sabinos.
d)
Persas.
4)
Qual
das alternativas abaixo apresenta aspectos históricos da política e sociedade
no período da Monarquia Romana?
a) O sistema político
era a democracia e a sociedade dividia-se em: nobres, comerciantes e escravos.
b) O sistema político
era a monarquia e a sociedade dividia-se em: patrícios (nobres proprietários de
terras ) e plebeus (comerciantes, artesãos e pequenos proprietários).
c) O sistema político
era o parlamentarismo e a sociedade dividia-se em: governadores, classe média e
camponeses.
d) O sistema político
era o presidencialismo e a sociedade dividia-se em: presidente, burguesia e
servos.
5)
O
que foi a política do pão-e-circo durante o Império Romano?
a) Política promovida
pelo imperador romano para arrecadar mais impostos, através da cobrança de
taxas em atividades de lazer e sobre o comércio de pão.
b) Política dos reis
romanos para aumentar o comércio de pão e outros alimentos que utilizavam o
trigo como matéria prima.
c) Distribuição de
alimentos (principalmente pão) e diversão (principalmente luta de gladiadores)
como forma do imperador agradar os mais pobres, diminuindo as tensões sociais e
evitando revoltas e conflitos em Roma.
6)
Qual
das alternativas abaixo apresenta aspectos importantes da cultura e religião romana?
a) Artes plásticas
totalmente inovadora, realização de Jogos Olímpicos e religião monoteísta
(antes do cristianismo).
b) Esculturas e pinturas
inspiradas na arte egípcia, realização de atividades culturais para toda
população e ausência total de religião.
c) Valorização da
cultura africana, desvalorização total da cultura grega e religião baseada nos
elementos da natureza. D - Luta de gladiadores, esculturas inspiradas na arte
grega, existência de mitos e religião politeísta (antes do cristianismo).
7)
Sobre
a crise do Império Romano, é verdadeiro afirmar que:
a) O Império Romano
entrou em crise porque todos os soldados romanos abandonaram seus postos e
foram morar em cidades da Ásia e África.
b) A crise do Império
Romano foi motivada pela corrupção, baixos investimentos no exército, crise
agrícola e presença dos povos germânicos nas regiões de fronteiras.
c) A crise do Império
Romano ocorreu em função da invasão de povos africanos.
d) O Império Romano
entrou em crise, pois os papas passaram a governar todas as províncias romanas
no século V.
8)
Qual
das alternativas abaixo apresenta aspectos importantes da cultura e religião romana?
a) Artes plásticas
totalmente inovadora, realização de Jogos Olímpicos e religião monoteísta
(antes do cristianismo).
b) Esculturas e pinturas
inspiradas na arte egípcia, realização de atividades culturais para toda
população e ausência total de religião.
c) Valorização da
cultura africana, desvalorização total da cultura grega e religião baseada nos
elementos da natureza. D - Luta de gladiadores, esculturas inspiradas na arte
grega, existência de mitos e religião politeísta (antes do cristianismo).
9)
Sobre
a crise do Império Romano, é verdadeiro afirmar que:
a) O Império Romano
entrou em crise porque todos os soldados romanos abandonaram seus postos e
foram morar em cidades da Ásia e África.
b) A crise do Império
Romano foi motivada pela corrupção, baixos investimentos no exército, crise
agrícola e presença dos povos germânicos nas regiões de fronteiras.
c) A crise do Império
Romano ocorreu em função da invasão de povos africanos.
d) O Império Romano
entrou em crise, pois os papas passaram a governar todas as províncias romanas
no século V.
10) Qual das alternativas
abaixo apresenta aspectos do legado romano para as civilizações posteriores?
a) O direito romano,
presente até os dias de hoje na cultura do Ocidente, assim como o latim, que deu
origem a língua portuguesa, francesa, italiana e espanhola.
b) A religião politeísta
romana que até hoje é predominante no mundo ocidental.
c) As técnicas de
construção de pirâmides e a Medicina, através do processo de mumificação de
corpos. D - A língua inglesa, a democracia e a educação voltada para as artes e
cultura.
11) Escreva em ordem
cronológica os três grandes períodos da história romana:
![]() |
13) Relacione
abaixo as camadas sociais com suas respectivas funções. ( A ) Patrícios ( B )
Plebeus ( C ) Clientes ( D ) Escravos
a) ( ) Eram utilizados em
serviços domésticos, trabalhos agrícolas, ou capatazes, professores, etc.Eram
considerados como objetos.
b) ( ) Homens livres
que prestavam serviço
aos cidadãos romanos em troca de ajuda econômica
e proteção social. ( ) Classe constituída pelos grandes proprietários de
terra e de gado.
c) ( ) Eram os comerciante,
os artesãos e os camponeses. Lutando por seus interesses, conseguiram uma série
de direitos e privilégios.
14) "Augusto
conquistou os soldados com presentes, o povo com pão barato, e todos os homens
com os frutos da paz. Assim tornou-se progressivamente mais poderoso,
congregando em si as funções do Senado, dos magistrados e das leis." (Tácito, Anais 1.2,
MOSES HADAS, ED., THE COMPLETE WORKS OF TACITUS, NEW YORK, RANDOM HOUSE, 1942,
p. 3).
a) Identifique o período
da história de Roma tratado nesse texto.
![]() |
*******************************************
Terça-feira, 12/05/2020: 10:21
ASSISTAM AOS VÍDEOS RELACIONADOS AO TEMA
Grandes Civilizações Grécia
antiga parte 1 e 2
Grécia Antiga #1
(Formação)
Grécia Antiga #2 (Atenas)
Grécia Antiga #3
(Esparta)
Grécia Antiga #4 (Guerras Gregas: Termópilas "300 de
Esparta",
Guerras Médicas e Peloponeso)
Grécia Antiga #5
(Mitologia Grega)
Estudo dirigido sobre Grécia
Após a leitura e compreensão do texto e, assistir aos
vídeos sobre o tema, responda:
1)
Observe o mapa abaixo, que
apresenta o território da Grécia e depois responda as questões propostas.

(https://i.pinimg.com/originals/92/03/76/920376a154ebda6c9c19455d2ce11104.jpg)
a) Localize a Grécia.
(colorir no mapa)
b) Descreva as principais características do território grego.
c) Cite as principais atividades econômicas da Grécia Antiga.
d)
Nomeie as duas principais
cidades-Estados da Grécia Antiga.
2)
![]() |
![]() |
![]() |
|||
Observe os desenhos abaixo que representam três deuses da mitologia grega.
Elabore um pequeno texto e nele descreva as principais características da religião dos gregos.
Leia mais em Brainly.com.br -
https://brainly.com.br/tarefa/629616#readmore
3)
![]() |
Uma das heranças gregas mais apreciadas pelo homem contemporâneo são os mitos, ou seja, algumas histórias que atribuíam aos deuses a responsabilidade sobre uma série de acontecimentos que não podiam ser explicados racionalmente. Um exemplo de mito pró povo grego é a Guerra de Tróia.
Descreva as causas da Guerra de Tróia segundo a
mitologia e segundo os estudos históricos.
4)
O conceito de “cidadania” é muito antigo.
Cada sociedade tem suas próprias
regras para classificar os seus membros como cidadãos.
a) Explique o que significava para os atenienses “ser um bom cidadão”.
b) Em Atenas todos eram
considerados cidadãos? Justifique a
sua resposta.
5) Leia o texto abaixo, interprete o seu conteúdo e responda à
questão a seguir.
A EDUCAÇÃO ESPARTANA
“Ninguém tinha
permissão para criar
e educar o filho a seu gosto.
Quando os meninos
completavam sete anos eram submetidos a um regulamento e
a um regime comunitário para acostumá-los a brincar e trabalhar juntos. Na
chefia, a tropa punha aquele cuja inteligência sobressaía. Este era seguido com
os olhos, suas ordens eram ouvidas e punia sem contestação. Assim sendo, a
educação era um aprendizado da obediência. Os anciãos vigiavam os jogos das
crianças. Não perdiam uma ocasião para despertar neles brigas e rivalidades.
Tinham assim meios de escutar, em cada um, as disposições naturais para a
audácia na luta. Ensinavam a ler e escrever apenas o estritamente necessário. O
resto da educação visava acostumá-los à obediência, torná-los resistentes aos
desafios e fazê-los vencer nos combates.”
PINSKY,
Jaime. A educação espartana. In: 100
textos de história antiga. São Paulo: Contexto, 2012, p.109.
De acordo com a
interpretação do texto e por meio dos conhecimentos adquiridos sobre a Grécia
Antiga, compare as cidades de Atenas
e Esparta. Após a comparação, explique as
diferenças entre a educação espartana e a ateniense.
6)
As mulheres exerciam papéis diferentes nas
sociedades de Atenas e Esparta. Compare as
atividades que as mulheres exerciam nessas sociedades.


mulher ateniense
mulher espartana
7)
Observe
a
imagem abaixo e leia o texto a seguir.

A
imagem ao lado é uma representação do Teatro de Dionísio, local onde os Gregos,
desde os século VI a.C. realizavam festivais teatrais em honra a esse Deus. O
teatro, como se sabe, foi criado pelos gregos e até os dias atuais continua
sendo valorizado e apreciado no mundo Ocidental.
Além do teatro, cite
três outras heranças deixadas pelos gregos ao mundo atual.
8)
O
povoamento da Grécia foi lento, durou quase mil anos. Vários povos de origem
indo-europeia aí foram se estabelecendo: aqueus, eólios, jônios e dórios. Esses
povos foram criando comunidades autônomas, que deram origem às cidades com
independência política, chamadas pelos gregos de pólis. Apesar de uma mesma matriz de cultura, religião e
língua, eles desenvolveram comunidades diferentes no plano econômico, social e
principalmente político. (FEIJÓ, Martin Cezar. A democracia grega. São Paulo : Ática,
1989, p. 27.)
A partir do texto,
podemos concluir que as cidades
gregas da Antiguidade:
a)
tinham
um mesmo governo, porém cultuavam deuses distintos e falavam línguas diferentes.
b)
estavam
submetidas ao poder de um único imperador, que fazia leis que eram cumpridas
por todas as cidades.
c)
apesar
de possuírem independência política, possuíam elementos em comum na cultura,
religião e língua.
d)
desenvolveram
cidades com a mesma organização econômica, social e política, sob o controle de
um mesmo chefe, que também comandava a religião e o exército nacional.
9)
No
século V a.C., Atenas contava com cerca de 250 mil habitantes. É possível
estimar que apenas 10% dessa população, cerca de 25 mil pessoas, era
considerada cidadã.
(CARDOSO, Oldimar. Tudo é História. 6º Ano. São Paulo :
Ática, 2009, p.102.)
Conforme o texto acima afirma, apenas uma
minoria da população ateniense era considerada cidadã, podendo participar das
decisões políticas. Podemos explicar esse
fato, da seguinte maneira:
a)
em
Atenas, apenas os soldados, que constituíam cerca de 10% da população, eram
considerados cidadãos, podendo participar das assembleias.
b)
a
minoria da população, formada por homens e mulheres descendentes dos fundadores
da cidade, é que tinham direitos políticos.
c)
apenas
os sacerdotes, que administravam os templos, tinham o direito de participar da
democracia ateniense.
d)
em
Atenas, a maioria da população formada por mulheres, escravos, estrangeiros e
crianças, não era reconhecida como cidadã. Dessa maneira, eram excluídos das assembleias.
***********************************************
Quinta-feira, 30/04/2020: 10:42
ASSISTAM AOS VÍDEOS SOBRE O TEMA
Grandes Civilizações - O Antigo Egito (Completo)
Egito Antigo #1 (Localização e Política)
Egito Antigo #2 (Economia, Religião, Sociedade e Cultura)
APÓS A LEITURA E COMPREENSÃO DO TEXTO, RESOLVAM OS EXERCÍCIOS DO ESTUDO DIRIGIDO SOBRE O EGITO
Após
a leitura e compreensão do texto, façam as atividades.
1) Sobre o papel do rio Nilo na estruturação da
sociedade no Egito Antigo, é correto afirmar que:
a)
( ) sua maior importância era servir de meio de
transporte para as tropas que garantiam a supremacia militar dos egípcios em
toda a África.
b)
( ) permitia a atividade econômica e, com suas cheias
regulares, garantia a estabilidade política e o domínio dos faraós.
c)
( )
suas
cheias significavam um momento de instabilidade política e econômica, uma vez
que destruíam as colheitas e provocavam fome generalizada.
d)
( ) a capacidade e o volume de água não eram
aproveitados pelos egípcios, que se limitavam nas vazantes a esperar a próxima
cheia.
2) Numere a 2ª coluna de acordo com a 1ª.
3) Sobre a religião no
Egito Antigo é FALSO afirmar que:
a) ( ) Os egípcios
acreditavam na vida após a morte e, por isso, desenvolveram a técnica da
mumificação.
b) ( ) Os egípcios não
acreditavam na vida após a morte e seguiam uma religião monoteísta (crença na
existência de apenas um deus).
c) ( ) Os egípcios
acreditavam na existência de vários deuses (religião politeísta).
d) ( ) Na religião egípcia
muitos animais eram considerados sagrados, como, por exemplo, gato, jacaré, águia,
serpente, etc.
4) Na arquitetura do
Egito Antigo podemos destacar as pirâmides. Qual era a principal função das
pirâmides?
a) ( ) Serviam como
residência dos faraós e toda nobreza, por isso eram grandes e luxuosas.
b) ( ) Para estocar a
produção de grãos e guardar as riquezas do faraó e sua família.
c) ( ) Servir de templo
religioso, pois nelas eram realizados os rituais egípcios.
d) ( ) Proteger e conservar
o corpo do faraó mumificado e seus pertences pessoais para a vida após a morte.
5)
Qual
das alternativas abaixo apresenta características da sociedade do Egito Antigo?
a)
( )
O
poder era concentrado nas mãos do faraó. A sociedade também era composta por
sacerdotes, militares, escribas, comerciantes, artesãos, camponeses e escravos.
b)
( )
Os
escribas tinham muito poder na sociedade egípcia, mais do que o faraó, pois
sabiam ler e escrever. Os sacerdotes tinham pouca importância social, pois a
religião não era muito valorizada pela sociedade egípcia.
c)
( )
A
maior parte da sociedade era composta por escravos, que apesar de serem
comercializados como mercadoria tinham vários direitos sociais.
d)
( )
faraó
era eleito pelo povo egípcio para um mandato de 4 anos. Nas eleições egípcias
todos podiam participar, menos os escravos e os camponeses.
6)
A maior parte da população do Egito era constituída por:
a) ( )
Camponeses.
b) ( )
Sacerdotes.
c) ( )
Faraós.
d) ( ) Altos
funcionários do Estado.
7)
O que acontecia com os camponeses no Egito Antigo, durante a
época das inundações do Rio Nilo?
a) ( )
Eles eram recrutados pelo faraó para participar da construção de
pirâmides, canais de irrigação e outras obras públicas.
b) ( )
Eles eram recrutados pelos sacerdotes para participar da
construção de pirâmides e canais de irrigação.
c) ( )
Eles eram recrutados pelo faraó para participar somente da
construção de pirâmides.
d) ( )
Eles eram recrutados pelos escribas para participar da
construção de pirâmides e outras obras públicas.
8)
”O Faraó era considerado um __________. Faraó significa:
“__________ ____________”. Era portanto, o senhor
de uma grande família, o qual concentrou poder e passou a controlar várias
aldeias e cidades.”
Leia
o texto acima e assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas:
a) ( )
Deus, casa pequena.
b) ( )
Casa, Deus grande.
c) ( )
Deus, mais velho.
d) ( ) Deus,
casa grande.
9)
Forme
frases historicamente corretas, utilizando as palavras abaixo:
a)
Politeísta
/ Egito / religião
b)
Escribas
/ impostos / escrita
10)
Complete a frase, utilizando apenas uma das palavras
entre parênteses.
a)
Durante milhares de anos, o significado da
__________________________hieroglífica permaneceu um mistério, ninguém
conseguia decifrar os símbolos antigos do Egito. Em 1799, o engenheiro francês
Pierre Bouchard desenterrou uma placa de basalto preta enquanto construía um
forte na cidade de Rosetta, no Nilo. (ciência, agricultura, religião, medicina,
astronomia, escrita, arqueologia)
b) A
________________________________ foi desenvolvida pelos egípcios a partir da
necessidade de calcular e controlar o armazenamento de alimentos. Também foi
necessário criar cálculos específicos para a construção das pirâmides.
(Medicina, Química, Astronomia, Biologia, Matemática, Filosofia, Arqueologia,
Paleontologia)
*****************************************
Quinta-feira, 23/04/2020: 15:32
ASSISTAM AOS VÍDEOS SOBRE O TEMA:
Grandes Civilizações - Mesopotâmia - Parte 1
Grandes Civilizações Mesopotâmia Parte 2
Mesopotâmia #1 (ou Mesopotreta)
Mesopotâmia #2 (ou Hamurabi falou, tá falado!)
Mesopotâmia #3 (ou Me Chamou de Quê?)
Mesopotâmia #4 (ou O Arrancador de Olhos)
ATIVIDADES:
Após
a leitura e compreensão dos textos, façam as atividades.
1)
Sobre
a Mesopotâmia, responda:
a) Qual a origem e
significado da palavra Mesopotâmia?
b) A Mesopotâmia é
banhada pelos rios:
1) Observe a imagem
abaixo e responda:
a) Por que a região
destacada é chamada de crescente fértil?
b) O crescente fértil é
banhado por quais rios?
2)
Qual
a importância dos rios para civilizações como a sumeriana e a egípcia?
3) Sobre o código de
Hamurabi, responda:
a) O que foi o código de
Hamurabi?
b) Como código de
Hamurabi foi registrado?
c) O código de Hamurabi
foi escrito com base na Lei de Talião, cujo princípio é “Olho por olho, dente
por dente”, o que isso significa?
4)
Descreva
as classes sociais da Suméria, destacando o papel de cada uma na sociedade:
5)
Circule
as alternativas corretas:
A escrita
mesopotâmica era gravada em plaquetas de argila com objetos pontiagudos.
Baseado nesta informação, como se chamava a escrita da Mesopotâmia?
a) grega b) cuneiforme c) demótica d) hieroglífica
6)
Assinale
a alternativa incorreta a
respeito da sociedade mesopotâmica:
a)Devido à variedade de
povos que dominaram a região ao longo dos séculos, a Mesopotâmia não preservou
a mesma organização social.
b)Os reis que governaram
a Mesopotâmia reinaram com poderes absolutos. Não eram considerados deuses, mas
uma espécie de representantes dos deuses.
c) A sociedade
mesopotâmica era composta sempre por homens livres. Não havia regime de
escravidão.
d) A
classe dominante controlava a riqueza econômica, a força militar e o saber
instituído.
7)
Em
função dessa atividade econômica construiu-se um sistema de canais de irrigação
para melhor aproveitar as cheias dos rios Tigre e Eufrates.
Assinale a atividade
econômica à qual se refere a frase anterior:
a)
Indústria Metalúrgica b) Comércio
Fluvial c) Agricultura d) Pecuária
8)
Sobre
a religião sumeriana, assinale as
alternativas corretas:
a) religião -
politeísta
b) religião - monoteísta
c) deuses- com
características humanas e animais
d) religião - cristã
9)
Sobre
as cidades-estados sumerianas:
a) Faziam parte do
mesmo reino.
b) Cada cidade-estado
tinha suas próprias leis e governantes.
c) se diferenciavam pela
língua falada e cultura.
d) as atividades
econômicas eram diferentes em cada cidade, pois o clima se diferenciava em cada
lugar.
10) Leia o texto. Com
base nele e em seus conhecimentos, responda as questões 1, 2 e 3.
No decorrer da história mesopotâmica,
os sumérios são considerados como a primeira civilização a ocupar os
territórios entre os rios Tigre e Eufrates. No quarto milênio antes de Cristo,
as primeiras populações sumerianas teriam se deslocado do planalto do Irã até
se fixarem na região da Caldeia, que compreende a Baixa e a Média Mesopotâmia.
Provavelmente, Quish foi a primeira cidade fundada e logo foi seguida pelo
surgimento de cidades como Eridu, Nipur, Ur, Uruk e Lagash.
Do ponto de vista político, as cidades
sumerianas eram completamente independentes entre si. Em cada uma delas, um
sacerdote contava com o auxilio de um grupo de anciãos para que as principais
decisões políticas fossem afixadas. Contudo, em certo momento, vemos que essa
configuração passa a ser substituída por um modelo mais centralizador. O patesi
assume a condição de monarca da cidade-Estado e transmite os poderes de seu
cargo para um herdeiro, formando uma dinastia.
Uma das mais significativas contribuições
dos sumerianos está ligada ao desenvolvimento da chamada escrita cuneiforme.
Neste sistema, observamos a impressão dos caracteres sobre uma base de argila
que era exposta ao sol e, logo depois, endurecida com sua exposição ao fogo. De
fato, essa civilização mesopotâmica produziu uma extensa atividade literária
que contou com a criação de poemas, códigos de leis, fábulas, mitos e outras
narrativas.
A ausência de união política entre os
sumerianos pode ser percebida na existência de vários conflitos entre as
cidades que ocupavam o território. Aproveitando das constantes guerras entre as
cidades de Lagash e Ur, os semitas se instalaram na Mesopotâmia e organizaram
uma robusta civilização em torno da cidade de Acad. Por volta de 2350 a .C., os acadianos
conquistam as regiões sumerianas e, assim, constituíram o Império Acádio, o
primeiro grande Estado mesopotâmico. Por Rainer Sousa. http://www.historiadomundo.com.br/sumeria/
11) A política do Estado
na Suméria organizou-se a partir de um sistema de governo,
a) centralizado na
figura do patesi que desde o início assumiu a condição de monarca;
b) descentralizado,
composto por inúmeras cidades-estado que com o tempo, passaram a ser chefiadas
por um único rei;
c) descentralizado sendo
organizado por representantes das cidades-estado o que desenvolveu um governo
democrático, com governadores eleitos pelo povo.
d) centralizado nas mãos
dos patesi que deu origem aos reis de cada cidade-estado evitando a unificação
política do reino.
*************************************
Segunda-feira, 09/03/2020: 15:33
ASSISTAM AO VÍDEO RELACIONADO AO TEMA
Ecce Homo - A cidade
Segunda-feira, 09/03/2020: 15:10
ASSISTAM AOS VÍDEOS RELACIONADOS AO TEMA
Discovery Channel e a Evolução Humana
Evolución del ser humano
O Menino de 2 Milhoes de Anos : (Documentário - NatGeo) :
*****************
Segunda-feira, 02/03/2020: 08:12
HISTÓRIA - 6 ANO Ensino Fundamental - TEXTO 3
HISTÓRIA - Ensino Fundamental 6⁰ ano - TEXTO 3
A História e o Trabalho
O trabalho foi historicamente produzido pelas necessidades
do homem, gerando novas necessidades e por isso as relações de trabalho também
foram se transformando no decorrer do tempo.
As diferentes formas de transformar a natureza pelo trabalho
chamamos de modos de produção, ou
seja, modo de produzir a partir da natureza, tudo o que precisamos para nossa
sobrevivência. O modo de produção, sob o ponto de vista marxista, é a maneira
como uma sociedade se organiza e se relaciona para produzir suas riquezas materiais.
Vejamos alguns deles.
Modo de produção Primitivo
A comunidade primitiva foi a primeira forma histórica de organização
dos homens. Durante esse período, o trabalho era coletivo e o produto do
trabalho era dividido entre os membros do grupo.
As relações de produção eram de ajuda entre todos. A divisão do
trabalho era feita por sexo e idade e os instrumentos de trabalho também eram
coletivos.
Com o aperfeiçoamento das atividades surgiu a agricultura e
a domesticação dos animais e com a separação entre essas atividades houve
aumento da produção e acúmulo de produtos, esses excedentes para o consumo e a diversificação
das atividades deram início a desagregação dessas comunidades.
Surgiram as propriedades
privadas, a formação de classes sociais e novas relações de produção, em
que alguns indivíduos passaram a deter, em regime de propriedade privada, a
terra e os instrumentos de trabalho, enquanto outros foram reduzidos à condição
de escravos.
Modo de Produção escravista
Essa relação social que caracteriza a forma de ser dos
gregos e romanos é denominada de sociedade escravista.
Escravos – população capturada entre os derrotados de guerra ou comprada
em comércios de escravos. Eram considerados instrumentos de trabalho, sem
nenhum direito político.
O escravo era uma mercadoria móvel podia ser
comprado e vendido.
Todo o fruto do trabalho escravo garantia o
sustento e o conforto da classe proprietária.
Desta forma, toda a riqueza produzida na Grécia e em Roma
era fruto do trabalho escravo. Foi com milhares de escravos que enormes obras
como as de irrigação, pontes, templos, palácios e estradas foram construídas.
A partir do século III o Império Romano
entrou em declínio, quando a produção agrícola se tornou escassa, a indústria
entrou em decadência, o comércio deu sinais de esgotamento e a população
diminuiu sensivelmente.
Essa situação de crise favoreceu as invasões dos povos “bárbaros” (os romanos chamavam de
bárbaros todos os povos que viviam fora das fronteiras de seu império) que
levou à desintegração das relações escravistas e a organização de uma nova
sociedade fundamentada em relações sociais diferentes, bem como em uma outra
forma de propriedade dos instrumentos de produção.
Modo de produção servil
“Por
Feudalismo devemos entender o modo de produção no qual as relações sociais de
produção estão baseadas na servidão. A propriedade dos meios de produção estava dividida entre, a nobreza
feudal. Os servos trabalhavam em troca de proteção militar. Eram ligados a
terra, pois como arrendatários, pagavam tributos aos senhores feudais pelo uso.
Se o senhor vendesse seu feudo, o servo continuava, na terra. Todas as
atividades produtivas eram desenvolvidas pelos servos. Parte da produção era
destinada ao sustento do senhor feudal e de sua família.
Essa
relação estudaremos melhor mais adiante. Por ora, é importante a leitura do
texto que mostra o modo de trabalhar e viver dos servos feudais.
A sociedade feudal consistia em 3 estamentos: nobreza, clero
e servos, sendo o servo responsável pelo sustento das outras camadas sociais.
Trabalhavam a terra, cultivando grãos ou cuidando do rebanho para utilizar a lã
no vestuário. O que prevalecia era o trabalho agrícola. O servo não era escravo.
O que o diferenciava é que o escravo era parte da propriedade e podia ser
comprado e vendido, o servo, ao contrário, não podia, pois estava ligado a
terra. Essa era uma diferença fundamental, pois o servo tinha uma segurança que
o escravo nunca teve. Quando esse sistema começou a mudar? A partir do
desenvolvimento das cidades, das feiras e do comércio. Muitos artesãos foram
para as cidades e teve início uma nova relação de produção tendo como base o
trabalho livre e assalariado, características básicas do modo de produção
capitalista.
Modo
de Produção Capitalista
O trabalho passou a se constituir em mercadoria. Os que não
possuíam terras e ferramentas de trabalho vendiam a sua força de trabalho, em
troca de um salário. Toda discussão sobre o trabalho assalariado, que é a forma
de trabalho predominante em nossa sociedade, passou por diversas fases até
chegar ao desenvolvimento das indústrias, ou seja, da Revolução Industrial que
teve início na Inglaterra.
Para que a exploração dos trabalhadores assalariados se
tornasse possível, camponeses e artífices foram privados dos instrumentos e
meios de produção.
Os camponeses ingleses foram expulsos
das terras por meio de um processo chamado de Cercamento, para que a criação de
ovelhas aumentasse garantindo o abastecimento de lã para as manufaturas de
tecidos. As terras foram cercadas e transformadas em pastos e os camponeses que
perderam terras, dirigiam-se para as cidades a procura de trabalho nas
manufaturas.
Após a
leitura e compreensão do texto 3, responda:
1)
Como
os homens estavam organizados para o trabalho nas comunidades primitivas?
2)
Como
era feita a captura, a distribuição e o fornecimento dos escravos na Grécia e
em Roma?
3)
Justifique
a seguinte afirmativa: A escravidão
garantia o sustento da classe proprietária urbana.
4)
Qual a
espécie de trabalho que predominava na sociedade medieval?
5)
Diferencie
o servo do escravo.
6)
Qual o
fator principal que leva o trabalhador a vender a sua força de trabalho?
7)
Por
que os ingleses passaram a cercar as suas terras, transformando-as em pastos?
Quais as consequências sociais dos cercamentos?
8)
Procure
as palavras, no caça palavras e depois preencha as frases que seguem abaixo.
a) Nas
sociedades primitivas o trabalho era _________________ e o produto era
distribuído igualitariamente entre os membros do grupo.
b)Toda
riqueza produzida na Grécia e em Roma era fruto do trabalho
_________________________.
c)Todos
os povos que viviam fora das fronteiras do Império Romano eram denominados
de_______________________.
d) Na
sociedade medieval, o _____________ era responsável pelo sustento das outras
camadas sociais.
e) O
feudo era “propriedade” do senhor _____________________.
f) No
sistema capitalista , o trabalho é uma ________________.
g) A
revolução industrial teve início na ______________________.
c
|
o
|
r
|
t
|
a
|
d
|
o
|
r
|
i
|
y
|
w
|
a
|
f
|
h
|
i
|
k
|
o
|
f
|
e
|
r
|
m
|
o
|
l
|
e
|
z
|
a
|
d
|
b
|
s
|
t
|
u
|
m
|
c
|
e
|
g
|
a
|
r
|
o
|
i
|
s
|
i
|
n
|
l
|
a
|
c
|
e
|
d
|
a
|
d
|
o
|
b
|
o
|
n
|
i
|
u
|
s
|
a
|
t
|
l
|
o
|
s
|
e
|
r
|
e
|
n
|
o
|
t
|
r
|
i
|
o
|
f
|
e
|
u
|
d
|
a
|
l
|
t
|
u
|
d
|
t
|
c
|
a
|
d
|
e
|
t
|
e
|
e
|
b
|
a
|
l
|
a
|
o
|
s
|
u
|
l
|
i
|
d
|
a
|
d
|
e
|
a
|
r
|
t
|
i
|
s
|
i
|
t
|
a
|
l
|
ç
|
a
|
d
|
o
|
c
|
i
|
v
|
i
|
c
|
o
|
s
|
m
|
u
|
e
|
p
|
l
|
u
|
v
|
r
|
e
|
j
|
u
|
i
|
a
|
s
|
t
|
r
|
i
|
n
|
c
|
a
|
a
|
s
|
r
|
s
|
e
|
r
|
v
|
o
|
l
|
u
|
ç
|
a
|
o
|
d
|
a
|
w
|
a
|
r
|
p
|
u
|
d
|
s
|
a
|
u
|
s
|
a
|
i
|
s
|
s
|
o
|
e
|
q
|
w
|
i
|
r
|
u
|
r
|
e
|
g
|
o
|
a
|
s
|
s
|
i
|
c
|
c
|
a
|
d
|
o
|
m
|
e
|
u
|
i
|
f
|
i
|
c
|
h
|
a
|
d
|
a
|
s
|
o
|
m
|
b
|
r
|
a
|
z
|
a
|
b
|
u
|
m
|
b
|
a
|
r
|
a
|
r
|
i
|
d
|
o
|
s
|
m
|
e
|
r
|
c
|
a
|
d
|
o
|
r
|
i
|
a
|
b
|
o
|
l
|
a
|
m
|
u
|
r
|
a
|
f
|
u
|
v
|
i
|
u
|
b
|
v
|
a
|
ç
|
o
|
d
|
o
|
i
|
d
|
o
|
n
|
e
|
n
|
e
|
m
|
a
|
L
|
l
|
m
|
p
|
r
|
o
|
v
|
a
|
v
|
e
|
l
|
z
|
a
|
z
|
ç
|
n
|
e
|
w
|
a
|
l
|
a
|
h
|
I
|
n
|
g
|
l
|
a
|
t
|
e
|
r
|
r
|
a
|
m
|
u
|
a
|
t
|
s
|
u
|
h
|
i
|
u
|
o
|
u
|
e
|
s
|
p
|
a
|
n
|
h
|
o
|
l
|
a
|
d
|
o
|
t
|
e
|
m
|
a
|
k
|
l
|
d
|
Terça-feira, 18/02/2020: 17:12
ASSISTAM AOS VÍDEOS SOBRE COLONIZAÇÃO DO BRASIL
500 ANOS: O BRASIL - COLÔNIA NA TV - EP. 01 - GENTE COLONIAL
Um Novo Mundo - A cor do pau-brasil (Brasil 500 anos - Episódio V).
A conquista da terra e da gente 1ª Parte.wmv
Quarta feira, 12/02/20020: 10:36
*****************************************************
HISTÓRIA - 6 ANO Ensino Fundamental - TEXTO 8
PROCESSO DE COLONIZAÇÃO DO BRASIL
O processo
de colonização ocorrido durante os séculos XVI e XVII está intimamente ligado à
expansão comercial e marítima européia, ao fortalecimento das monarquias
nacionais e à política mercantilista.
Quando Pedro Álvares
Cabral chegou às costas brasileiras em 22 de abril de 1500, outros navegadores
já haviam passado por aqui. Segundo Olivieri,
“Em dezembro de 1498, uma frota
de oito navios, sob o comando de Duarte Pacheco Pereira, atingiu o litoral brasileiro
e chegou a explorá-lo, à altura dos atuais Estados do Pará e
do Maranhão.
Essa primeira chegada dos portugueses
ao continente sul-americano
foi mantida em rigoroso segredo. Estadistas hábeis, os dois últimos reis de
Portugal entre os séculos 15 e 16 - D. João II e D. Manuel I - procuravam
impedir que os espanhóis
tivessem conhecimento de seus projetos.” (Web/Pesquisa
escolar).
No início do século XVI, a corrida colonial
voltou-se para as Índias Orientais, buscando o lucrativo comércio das
especiarias (cravo, canela, pimenta, noz moscada, etc.).
Esses
produtos alcançavam altos preços no mercado europeu, o que explica o
desinteresse inicial dos portugueses pela ocupação das novas terras “descobertas”.
A esquadra
de Cabral era composta de 13 caravelas e de aproximadamente 1500 homens. Foi
organizada pelo rei D.Manuel, o Venturoso e pela burguesia portuguesa que
objetivava o comércio com o oriente. Mas como o rei já sabia da existência das
terras, pela viagem de Pacheco e a de Colombo (1492) a rota foi desviada e
Cabral tomou posse do Brasil para o rei de Portugal. Nesses dias foram mantidos
diversos contatos com o rei da então “descoberta” Ilha de Vera Cruz, depois
Terra de Santa Cruz e finalmente Brasil, como foi batizada a terra “descoberta.”
A armada aportou num local seguro que foi chamado de Porto Seguro e que hoje é
conhecido como Santa Cruz de Cabrália, na Bahia. Neste local permaneceram por
dez dias. Fizeram contatos com o povo da terra (índios) e foram rezadas duas
missas, pelo Frei Henrique Soares de Coimbra. Cabral seguiu viagem para as
Índias, no dia 2 de maio de 1500. Se você quiser saber mais sobre o
descobrimento do Brasil, leia a “Carta de Achamento do Brasil” do escrivão Pero
Vaz de Caminha. Aqui segue um pequeno trecho desse documento:
“Esta
terra, Senhor, me parece que da ponta que mais contra o sul vimos até outra
ponta que contra o norte vem, de que nós deste porto houvemos vista, será
tamanha que haverá nela bem vinte ou vinte e cinco léguas por costa. Tem, o
longo do mar, nalgumas partes, grandes barreiras, delas vermelhas, delas
brancas; e a terra por cima toda chã e muito cheia de grandes arvoredos. De
ponta a ponta, é tudo praia-palma, muito chã e muito formosa.
Pelo
sertão nos pareceu, vista do mar, muito grande, porque, a estender olhos, não
podíamos ver senão arvoredos, que nos parecia muito longa.
Nela,
até agora, não pudemos saber que haja ouro, nem prata, nem coisa alguma de
metal ou ferro; nem lho vimos. Porém a terra em si é de muito bons ares, assim
frios e temperados, como os de Entre Doiro e Minho, porque neste tempo de agora
os achávamos como os de lá.
Águas
são muitas; infindas. E em tal maneira é graciosa que, querendo aproveitar,
dar-se-á nela tudo, por bem das águas que tem.
Porém
o melhor fruto, que dela se pode tirar me parece que será salvar esta gente. E
esta deve ser a principal semente que Vossa Alteza em ela deve lançar.
E
que aí não houvesse mais que ter aqui esta pousada para esta navegação de
Calecute, isso bastaria. Quanto mais disposição para se nela cumprir e fazer o
que Vossa Alteza tanto deseja, a saber, acrescentamento da nossa santa fé.
E
nesta maneira, Senhor, dou aqui a Vossa Alteza conta do que nesta terra vi, um
pouco me alonguei, Ela me perdoe, pois o desejo que tinha de tudo vos dizer, mo
fez pôr assim pelo miúdo.”
Nos primeiros trinta
anos, os portugueses não construíram povoados, somente feitorias (construções fortificadas em alguns pontos do litoral
para armazenar o pau-brasil explorado na mata atlântica e outros produtos
explorados da terra. Até 1530 foram construídas varias feitorias. Observe no
mapa as áreas de ocorrência do pau-brasil, no século XVI.
O rei de Portugal adotou
a política de oferecer a particulares, desde que fossem cristãos, concessões
para a exploração do pau-brasil. O principal deles foi Fernão de Noronha. O
trabalho de corte e armazenamento era feito pelos índios em troca de
bugingangas, como roupas, colares e espelhos. Esse tipo de trabalho é conhecido
como escambo. Além dos portugueses,
seus rivais europeus, principalmente franceses, passaram a frequentar a costa
brasileira para contrabandear a madeira e capturar índios. Os franceses
contrabandearam muito pau-brasil com ajuda dos tamoio, na região do Rio de
Janeiro.
Foram enviadas
várias expedições ao Brasil para explorar a costa, como a de
Gaspar de Lemos, em 1501; e a de Gonçalo Coelho, em 1503; navegadores que fizeram
o levantamento do litoral brasileiro, realizando observações e descrições sobre
suas características geográficas.
Com o aumento do
contrabando de pau-brasil o rei enviou expedições para guardar a costa e
prender navios franceses. As mais importantes foram comandadas por Cristóvão
Jacques em 1516 e a outra em 1526. Pela extensão do litoral brasileiro, não foi
possível policiar todo o litoral, foi então que a coroa portuguesa resolveu dar
início a colonização, caso contrário perderia as terras. Além do medo de perder as terras para os franceses, havia entrado em crise
o comércio das especiarias com o Oriente e as notícias da descoberta de ouro e
prata, nas terras controladas pela Espanha, de acordo com o Tratado de
Tordesilhas, era do conhecimento de todos. Então, o rei D.joão III enviou a
primeira expedição colonizadora, comandada por Martim Afonso de Souza, em 1530,
com objetivo de fundar os primeiros núcleos de povoamento.
Em 1532, Martim Afonso de Souza fundou a vila de
São Vicente e logo em seguida, foi fundada a vila de Santo André da Borba do
Campo, ambas situadas em São Paulo. Para dar continuidade a esse processo de
ocupação, o governo português implantou um sistema conhecido como Capitanias
Hereditárias, pois a tarefa foi transferida para a iniciativa particular (nobres
portugueses), sendo do capitão donatário a responsabilidade de administrar as
terras recebidas com seus próprios recursos, embora não tivessem a propriedade
da terra. Eles recebiam as capitanias por meio de um documento chamado de Carta de Doação, que lhes conferia
apenas a posse da Capitania. Hereditárias porque se o donatário
morresse a Capitania passava para seus descendentes. Isto aconteceu porque o
governo não contava com recursos financeiros e humanos para essa empreitada.
Outro documento que regulamentava a vida na colônia era o Foral, o qual estabelecia
os direitos e obrigações dos donatários. Em
1534, o Brasil foi dividido em 15 lotes e entregue para 12 donatários. Veja no
mapa.
Para promover a
colonização, o donatário podia repartir as terras em sesmarias entre pessoas cristãs, desde que não fossem seus filhos
ou esposa. O sesmeiro tinha a posse da terra, podendo dispor dela livremente,
mas tinha que torná-la produtiva em dois anos, sob pena de devolução ao
donatário. O donatário poderia ainda fundar vilas e povoados e administrar a
justiça.
Do ponto
de vista econômico, esse sistema não alcançou o resultado esperado, o que
ocorreu em função de vários problemas
enfrentados pelos donatários: distância da metrópole, ataques dos nativos,
naufrágios e falta de recursos, entre outros. Dos 15 donatários somente dois
tiveram sucesso com esse sistema: Martim Afonso de Sousa, na capitania de São
Vicente e, Duarte Coelho em Pernambuco.
O sucesso
alcançado pela capitania de São Vicente deveu-se, em parte, ao pioneirismo de
sua ocupação. Ali Martim Afonso de Sousa ergueu as primeiras vilas, implantou a
lavoura canavieira e contratou mercenários para protegê-las.
A
capitania que mais prosperou foi a de Pernambuco. Duarte Coelho estimulou o
casamento entre europeus e nativos, estabelecendo relações cordiais com os
índios. Incentivou a exploração do pau-brasil, a criação de gado, cultivo de algodão,
mas foi a lavoura canavieira que garantiu o êxito do empreendimento.
Governo-Geral (1549-1580)
Tomé de Sousa(1549-1553)
Frente ao fracasso do sistema de capitanias, o rei D. João III unificou as
capitanias sob um Governo-Geral do
Brasil, em 1549
e nomeou como governador geral Tomé de Sousa. A expedição do primeiro
governador chegou ao Brasil em 29 de março do mesmo ano, com ordens para fundar
uma cidade para ser a sede da administração colonial. O local escolhido foi a
Baía de Todos os Santos e a cidade foi chamada de São
Salvador da Baía de Todos os Santos próximo do Arraial do Pereira. As
tarefas do governador eram de policiar as costas do Brasil, auxiliar os
donatários, organizar a ordem política e jurídica na colônia. O governador criou
o cargo de ouvidor-mor para cuidar da justiça que foi entregue a Pero de Góes,
provedor-mor para cuidar das finanças e capitão-mor para a defesa. Ele trouxe
para o Brasil gado e sementes, além de degredados e jesuítas comandados pelo
padre Manuel da Nóbrega. Em 1553, cansado e com saudades de sua mulher deixou o
governo. Para substituí-lo o rei enviou Duarte da Costa.
Duarte da Costa
(1553 – 1558)
Duarte da Costa trouxe em sua expedição 260
pessoas, incluindo seu filho, Álvaro
da Costa, e o então noviço José de Anchieta. Teve muitos problemas com o filho
e o bispo Dom Pero Fernandes Sardinha, em relação a escravização
dos índios catequizados e a vida imoral que levava. O governador interviu em
favor do filho, desagradando ao bispo que partiu para falar diretamente com o
rei sobre os problemas na colônia. Sardinha naufragou na costa de Alagoas e acabou
devorado pelos índios Caetés. Outro problema do seu governo foi a invasão dos
franceses no Rio de Janeiro, fundando a França Antártica. Desgastado deixou o
governo e em seu lugar foi enviado o terceiro governador-geral, Mem de Sá com o
objetivo de expulsar os franceses invasores.
Mem de Sá (1558- 1572)
Mem de Sá fez um bom governo, desenvolveu a agricultura canavieira, a
pecuária, pacificou as lutas entre colonos e indígenas com assinatura da paz de Iperoig, para isso contou com a
colaboração dos jesuítas que foram os intermediários nas negociações. Seu
sobrinho, Estácio de Sá, expulsou os franceses e fundou a cidade de São
Sebastião do Rio de Janeiro, em 1º de março de 1565. O governador estimulou a
vinda de escravos africanos e proibiu a escravização de índios catequizados,
além de organizar Entradas pelo
interior do Brasil. Após seu governo o Brasil foi dividido em dois governos: um
com sede em Salvador e outro com sede no Rio de janeiro. Essa divisão objetiva
melhorar o controle do território evitando invasões. No entanto, a divisão não
surtiu os resultados esperados e, em 1578, restaurou-se um só governo para a
colônia. O rei de Portugal, D. Sebastião nomeou outro governador, Lourenço da
Veiga, o qual governou por dois anos, quando ocorreu a morte de D. Sebastião e
o trono português foi ocupado pelo Cardeal D. Henrique, que morreu logo depois,
sem deixar descendentes legítimos, pondo fim a dinastia de Avis. O trono de
Portugal foi disputado com muitas lutas e acabou nas mãos de Felipe II da
Espanha, neto legítimo de D. Manuel, rei de Portugal na época do
“descobrimento” do Brasil. Assim teve início o Domínio Espanhol ou União
Ibérica de 1580 a
1640, com isso a colônia também passou para o controle da Espanha.
União Ibérica
(1580-1640)
Durante esse período o Brasil sofreu invasões dos holandeses, inimigos da
Espanha, porque o rei Felipe II não aceitava a independência holandesa e
proibiu seus domínios de fazerem comércio com os holandeses. Essa proibição
afetou o comércio do açúcar brasileiro, pois desde o início da colonização, a
Holanda participava da exploração do açúcar no Brasil, financiando a instalação
dos engenhos, transportando, refinando e distribuindo o produto na Europa.
Em reação ao bloqueio econômico imposto, os holandeses ciaram a Companhia
das Índias Ocidentais, em 1621, cuja primeira missão foi invadir o nordeste
brasileiro e dominar a região açucareira.
Assim, os holandeses invadiram a Bahia em 1624, mas foram expulsos no ano
seguinte. Alguns anos depois, em 1630 invadiram Pernambuco. Com táticas de
guerrilhas, houve uma forte resistência comandada por Matias de Albuquerque até
1637, quando alguns dos senhores de engenho passaram a dar apoio aos
holandeses. O maior exemplo foi Domingos Fernandes Calabar, considerado como
um traidor por ajudar os holandeses a vencer a resistência portuguesa.
Para
administrar e expandir seus domínios no Brasil, a Cia das Índias Ocidentais
nomeou Maurício de Nassau como
governador de Pernambuco. Em sua administração, recuperou os engenhos destruídos
pela guerra, concedeu créditos para os senhores de engenho; garantiu a
liberdade de culto aos judeus e protestantes; urbanizou Recife e incentivou o
desenvolvimento da pecuária.
O domínio holandês no Brasil alterou-se quando
em 1640, Portugal libertou-se da Espanha (Restauração Portuguesa com a
coração de D. João IV, dinastia de Bragança) voltando a ser reino independente.
Portugal negociou um acordo de dez anos de paz com os holandeses que ainda
ocupavam o Brasil. Entretando a Cia das Índias Ocidentais adotou uma política
que prejudicava economicamente os senhores de engenho, como aumentar impostos e
a liquidação das dívidas, entre outras. Nassau deixou o Brasil e teve início a
luta pela expulsão dos invasores, conhecida como Insurreição Pernambucana. Nessa luta contra os invasores,
participaram senhores de engenho, negros e indígenas. Depois de contínuas
derrotas, em 1654, os holandeses foram obrigados a deixar o Brasil e levaram
muitas mudas de cana-de açúcar. Segundo Coltrim, essa rendição só se consolidou
com acordos assinados entre Portugal e a Holanda.
“Pelo último acordo, de 1661, a coroa portuguesa
comprometeu-se a pagar aos holandeses uma indenização de 4 milhões de cruzados (antiga
moeda portuguesa). Era uma quantia elevada, equivalendo a 63 tonelada de
ouro.Em troca, os portugueses recuperaram o controle sobre o nordeste
brasileiro e sobre as colônias na África, invadidas pelos holandeses – como
Angola, a principal fonte de escravos para as capitanias do Brasil.” (COTRIM, GILBERTO; RODRIGUES, JAIME. Saber e Fazer História. Ed.Saraiva,
2009 p185).
Após a leitura e compreensão do Texto 8, responda:
1)
Por que Portugal não se
interessou de imediato pelas terras “descobertas” por Cabral?
2)
Leia o trecho da carta
de Caminha e registre a visão dos portugueses sobre a “terra descoberta”. Em
seguida anote o trecho que mostre o propósito de catequização dos gentios.
3)
Qual o papel dos
indígenas na extração e transporte do pau-brasil? O que eram as feitorias?
4)
Quais os motivos que
levaram o rei D. João III a iniciar a colonização do Brasil, a partir de 1530?
5)
Elabore um pequeno
texto, considerando:
• o motivo pelo
qual o sistema de capitanias hereditárias foi implantado;
• quem eram os
donatários;
• os principais
problemas enfrentados pelos donatários;
• os resultados
obtidos.
6)
Explique por que o
governo português resolveu centralizar a administração criando o governo-geral?
***************************
Quarta feira, 12/02/20020: 9:59
TEXTOS REFERENTES AO CONTEÚDO
HISTÓRIA - 6 ANO Ensino Fundamental - TEXTO 1
O Homem: Ser Histórico e Social
A palavra “história” nasceu na Grécia
Antiga e significa “investigação”, informação, apreensão. Foi o grego Heródoto,
considerado o “pai da História”, que pela primeira vez, empregou esta palavra
com o sentido de investigação do passado.
Se você pensa que História é
simplesmente o estudo do passado, com muitos fatos, nomes e datas, valorizando
os heróis, os poderosos... você está enganado! Está na hora de você rever seus
conceitos! A História é uma ciência viva, ela busca entender como os homens se organizaram e se
desenvolveram desde o passado até os nossos dias. É a ciência do passado e do
presente, um e outro inseparável. A História
estuda o passado e o presente, buscando compreender as mudanças e permanências
na vida de uma determinada sociedade. Portanto, é uma ciência que estuda as ações dos homens em sociedade, isto é o
conjunto de experiências humanas, construídas coletivamente no decorrer do
tempo.
O objetivo é
adquirir consciência do que FOMOS para
transformar o que SOMOS.
Transformar para melhor. Assim, num país como o Brasil, marcado por tantas injustiças
sociais, o estudo da História pode servir para ampliar nossa consciência sobre
a imensa e urgente tarefa de construir uma sociedade mais justa, mais digna e
mais fraterna.
Há cerca de três milhões de anos o homem habita o
planeta Terra.
Nele, encontra todos os recursos de que precisa para
sobreviver. Porém, para retirar esses recursos da natureza e transformá-los em
alimentos, ferramentas, habitações, vestuários, etc., o homem precisa
trabalhar. O trabalho é uma necessidade histórica, porque é criado pelo homem para satisfazer suas
necessidades básicas, gerando novas necessidades. A invenção da roda é um
exemplo: ela foi criada pela necessidade decorrente da prática da agricultura, para
transportar com mais rapidez e segurança os grãos produzidos.
Ao transformar a natureza, o homem modifica a Terra.
Assim, no decorrer de milhares e milhares de anos florestas deram lugar a
campos de cultivo ou a cidades; montanhas foram perfuradas, com o objetivo de
encurtar caminhos; e rios foram desviados de seu curso, para que suas águas
pudessem alcançar regiões áridas. Esse gigantesco trabalho de transformação da
natureza nunca foi uma tarefa individual, pois os homens sempre viveram em
grupos, atuando juntos para sobreviver. Entender a História é compreender o
processo de produção social.
Quando queremos compreender o modo de vida de uma
sociedade, devemos começar observando o modo pelo qual os homens produzem os
meios para a sua subsistência. O modo de agir sobre a natureza e as relações
sociais que estabelecem entre si.
Para conhecer a vida humana em épocas anteriores, o
historiador se utiliza dos vestígios deixados pelos homens. Esses são os
chamados documentos históricos ou fontes históricas, que podem ser escritas, visuais ou
sonoras. Como exemplo de documentos escritos, podemos citar (jornais,
livros, inscrições em monumentos, diários de viagens, constituições, etc.) e não escritos (monumentos,
objetos, restos humanos, ruínas de construções, músicas, fotos, pinturas etc.).
As imensas construções como as pirâmides do Egito, são exemplos de vestígios.
Através do estudo das pirâmides, construídas há mais de
4000 anos, pode-se conhecer muitos hábitos, crenças e modos de vida desse povo.
Sabe-se, por exemplo, que eles acreditavam que após a morte a alma voltava ao
corpo. É por isso que embalsamavam os mortos. Os corpos embalsamados recebem o
nome de múmias. Os faraós construíram templos imensos, como as pirâmides, onde
seus corpos embalsamados eram colocados.
Além desses tipos de fontes históricas temos também os
relatos orais, filmes, documentários, documentos obtidos através da internet.
Após a leitura e compreensão do texto, responda:
1)
Em
sua opinião, qual é a importância do estudo da História para a sua vida?
2)
O
que é História?
3)
Quem
faz a História?
4)
Como
os homens se relacionam entre si para garantir a sua sobrevivência?
5)
O
que são Fontes históricas? Cite exemplos.
As fontes históricas fazem
parte do patrimônio histórico-cultural de um povo. Por Patrimônio histórico podemos
entender todos os bens materiais e imateriais importantes para a tradição
artística e histórica de um povo ou região. O órgão que cuida do tombamento, ou seja, que coloca o bem sob a guarda do
poder público, para conservar e proteger é denominado IPHAN (Instituto do
Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).
São exemplos de bens culturais:
construções, obras literárias, músicas, festas, danças, pessoas e muitos
outros. O patrimônio histórico-cultural são todos os bens materiais e
imateriais importantes para a cultura e a história de um povo. É o lugar onde a
memória nacional se faz. A educação patrimonial faz parte dos currículos de
História e objetiva a ampliação do nosso conhecimento e a preservação da
memória histórica de nosso passado. Desse modo, a preservação do Patrimônio
histórico e cultural é dever de todos, pois assim, preservamos as
características de nossa sociedade e garantimos a sobrevivência da identidade
cultural dos diversos grupos que formam a sociedade nacional. Defender e
conservar são dever de toda sociedade e, para preservar é preciso conhecer.
6)
O que é
Patrimônio Histórico e Cultural? Dê um exemplo.
HISTÓRIA - 6 ANO Ensino Fundamental - TEXTO 2
A História e o Tempo
A História estuda as mudanças que os homens provocam nas
sociedades das quais fazem parte ao longo do tempo. Toda mudança ocorre num
determinado espaço geográfico e num determinado tempo. O tempo é dimensão da
História, pois é através dele que se percebem as mudanças ou os diversos
movimentos das sociedades humanas.
Na História já existiram diversas maneiras de se contar
o tempo. Isso se fez necessário, observando as mudanças ocorridas na natureza
como, por exemplo: estações do ano, cheias dos rios, fases da Lua, movimentos
dos astros, nascimento e crescimento de plantas e animais, indicação de um
período de governo, festas como as Olimpíadas e acontecimentos importantes. Em
geral, os povos civilizados criaram,
no decorrer do tempo, os seus próprios calendários. A organização de um calendário tem por base o dia (tempo
gasto pela terra para fazer uma rotação completa sobre seu próprio eixo) e o
ano (o tempo que a terra gasta para realizar um giro completo em torno do sol).
Calendários Juliano e gregoriano:
As origens do calendário Juliano remontam ao antigo Egito.
Foi estabelecido em Roma por Júlio César no ano 46 a .C. (708 da fundação de
Roma). Adotou-se um ano solar de 365 dias, dividido em 12 meses de 29, 30 ou 31
dias. A diferença do calendário egípcio está no fato de se introduzirem os anos
bissextos de 366 dias a cada quatro anos, de forma que o ano médio era de
365,25 dias. O esquema dos meses foi reformulado posteriormente para que o mês
de agosto, assim nomeado em honra ao imperador Augusto, tivesse o mesmo número
de dias que o mês de julho, cujo nome é uma homenagem a Júlio César. Caso fosse
mantido o calendário Juliano, haveria um adiantamento de seis meses no início
das estações, num período de 20.200 anos. Para evitar o problema, o Concílio de
Trento, reunido em 1563, recomendou ao papa a correção do inconveniente, que
alteraria a data da Páscoa, em virtude dos ciclos de concordância das lunações
com o ano solar.
Finalmente, em 1582, o papa Gregório XIII, aconselhado por
astrônomos, em particular por Luigi Lílio, obteve o acordo dos principais
soberanos católicos e, através da bula Inter gravíssimas, de 24 de fevereiro, decretou
a reforma do calendário, que passou, em sua homenagem, a chamar-se gregoriano,
e é o mais perfeito utilizado até hoje.
Calendário Maia:
O calendário mais bem elaborado das antigas civilizações
pré-colombianas foi o maia, e do qual deriva o calendário asteca. Tanto um como
o outro tinham um calendário religioso de 260 dias, com 13 meses de vinte dias;
e um calendário solar de 365 dias, constituído por 18 meses de vinte dias e
mais cinco dias epagômenos, isto é, que não pertencem a nenhum mês e são acrescentados
ao calendário para complementar o ano. Esses cinco dias eram considerados de
mau agouro, ou nefastos. Um ciclo de 52 anos solares harmonizava os dois
calendários, o religioso e o solar. A cada dois ciclos - 104 anos - iniciava-se
um ano venusino, de 584 dias, um ano solar, de 365 dias, um novo ciclo de 52
anos solares e um ano sagrado, de 260 dias. Esse acontecimento era comemorado
com grandes festas religiosas.
Calendário hebraico:
Os judeus não adotaram o calendário juliano, em grande parte
para que sua Páscoa não coincidisse com a cristã. O ano israelita civil tem
353, 354 ou 355 dias; seus 12 meses são de 29 ou trinta dias. O ano intercalado
tem 383, 384 ou 385 dias.
O calendário hebraico introduziu pela primeira vez a semana
de sete dias, divisão que seria adotada em calendários posteriores. É possível
que sua origem esteja associada ao caráter sagrado do número sete, como ocorre
nas sociedades tradicionais, ou que se relacione com a sucessão das fases da
lua, já que a semana corresponde aproximadamente à quarta parte do mês lunar.
O calendário hebraico começa a contar o tempo histórico a
partir do que os judeus consideram o dia da criação. No calendário gregoriano,
tal data corresponde a 7 de outubro de 3761 a .C.
Calendário muçulmano:
A origem do calendário
muçulmano se fixa na Hégira, que comemora a fuga de Maomé da cidade de Meca
para Medina, que coincide com o dia 16 de julho de 622 da era cristã, no
calendário gregoriano.
Século XX a.C
|
Século I a.C
|
Século II a.C
|
Século III
|
Século IV
|
Século XXI
|
ano ano
|
ano
|
ano
|
ano
|
ano
|
ano
|
1901 2000
|
1 100
|
101 200
|
201 300
|
301 400
|
2001 2100
|
a.C
|
d.C
|
Os anos anteriores ao
nascimento de Cristo, contam-se de forma decrescente, adicionando-se as letras a.C. (antes de Cristo). Exemplo: Roma ,segundo a lenda, foi fundada em 753 a .C., isto é, 753 anos
antes do nascimento de cristo.
Os anos posteriores contam- se de forma crescente e são representados pelas
letras d.C. (depois de Cristo), mas, tornou-se comum usar apenas o
ano sem nenhuma sigla. Exemplo: Brasília foi fundada em 1960, isto é, 1960 anos
depois do nascimento de Cristo.
Para indicar os séculos utilizamos sempre os algarismos romanos.
Observe a tabela abaixo:
Determinação dos séculos
I
|
II
|
III
|
IV
|
V
|
VI
|
VII
|
VIII
|
IX
|
X
|
XI
|
1
100
|
101
200
|
201
300
|
301
400
|
401
500
|
501
600
|
601
700
|
701
800
|
801
900
|
901
1000
|
1001
1100
|
XII
|
XIII
|
XIV
|
XV
|
XVI
|
XVII
|
XVIII
|
XIX
|
XX
|
XXI
|
1101
1200
|
1201
1300
|
1301
1400
|
1401
1500
|
1501
1600
|
1601
1700
|
1701
1800
|
1801
1900
|
1901
2000
|
2001
2100
|
Quando o ano TERMINA em dois zeros, como: 300, 1500, 2000, etc., basta
cortar os dois zeros para ter a resposta, ou seja, o número que sobrar corresponde ao século. Quando o ano NÃO TERMINA em dois zeros, como: 476, 1789, etc., basta cortar os dois últimos números e somar 1 ao número que sobrou.
Após a leitura e compreensão do
texto, responda:
1)
Justifique
a frase: “O tempo é dimensão da História”
2)
Todos
os povos adotam o mesmo calendário? Por que?
3)
Determine
a que séculos pertencem os seguintes anos:
a) 1964 = __________________
b) 360 = __________________
c) 1200 = __________________
d) 33 = _________________
e) 2004 = _________________
4)
Complete:
A) O tempo que a terra gasta para realizar um giro completo
em torno do sol é chamado movimento de_____________________________e tem a
duração de ______________________.
B)
O tempo gasto pela terra para fazer
uma rotação completa sobre seu próprio eixo é o movimento de
________________________ e tem a duração de ________________.
C) A fuga de
Maomé de Meca marca o início do calendário muçulmano, o qual corresponde ao ano
__________ da era cristâ.
Nenhum comentário:
Postar um comentário